21/11 – Dia Mundial de conscientização da DPOC

Pessoas entre 40 e 50 anos estão entre as que mais recebem diagnóstico na fase moderada da DPOC. A doença é uma condição progressiva e pode ser tratada e prevenida, mas não curada

Um adulto com vida normal começa a sentir falta de ar, tossir cronicamente e, da noite para o dia, tem a sensação de limitação para realizar atividades rotineiras. Esses podem ser os sintomas da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), também conhecida como enfisema ou bronquite crônica. A doença é uma condição progressiva que limita o fluxo de ar nos pulmões causando desconforto, limitação ao exercício e às atividades do dia a dia. A DPOC infelizmente permanece uma condição fatal para quatro brasileiros por hora, totalizando 40 mil todos os anos.

A jornada do paciente até o diagnóstico correto é longa e 50% deles já estão em estágio moderado da doença quando são diagnosticados. O percentual de subdiagnóstico em indivíduos com fatores de risco atendidos na atenção primária ainda é muito elevado (71,4%).

“A ampliação do arsenal terapêutico para a doença, a reabilitação pulmonar e o tratamento adequado e precoce diminuem as taxas de exacerbação, como são chamadas as crises respiratórias em que a falta de ar piora subitamente, e podem reduzir os números de internação hospitalar e a mortalidade, especialmente em pacientes entre 50 e 70 anos de idade” explica o pneumologista, Dr. Alcindo Cerci Neto.

O tratamento ajuda a retardar a progressão da doença. Por causa da exposição a fumaças orgânicas (ex. queima de lenha) ou devido ao início precoce do hábito de fumar, uma série de casos de DPOC são diagnosticados em pessoas entre 40 e 50 anos de idade, levando a perda acelerada da capacidade pulmonar e ocasionando alto custo socioeconômico, perda da qualidade e redução da expectativa de vida.

Uma das principais metas no tratamento da DPOC é aumentar a qualidade de vida do paciente e mantê-lo ativo independentemente da gravidade da doença. Por isso, a importância do diagnóstico e do tratamento precoces para retardar a progressão da doença, reduzir os riscos de exacerbação e, dessa forma, mudar definitivamente o cenário da DPOC no Brasil e no mundo.

Sobre a Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim está entre as 20 principais farmacêuticas do mundo e é a maior de capital fechado, com cerca de 52 mil funcionários globalmente. Desenvolve soluções de saúde com grande valor e impacto para pessoas e animais e atua há mais de 130 anos, justamente, para trazer soluções inovadoras em suas três áreas de negócios: saúde humana, saúde animal e fabricação de biofármacos. Em 2020, obteve vendas líquidas de 19,6 bilhões de euros e investiu 3,7 bilhões de euros em Pesquisa e Desenvolvimento, aproximadamente 19% das vendas líquidas. No Brasil há quase 70 anos, a Boehringer Ingelheim está instalada no estado de São Paulo, com escritório na capital e fábricas em Itapecerica da Serra e Paulínia, mas atua em todo território nacional. Pelo quinto ano consecutivo, a empresa foi reconhecida pela certificação Top Employers, que elege as melhores empregadoras do mundo por suas iniciativas de recursos humanos. Para mais informações, acesse:

CONTATOS PARA A IMPRENSA

Interfuse

Monica Permagnani – monica.permagnani@interfuse.com.br / (11) 98315-4105  

Por: Little George / Foto Ilustrativa: Freepik

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.