Nem tudo é insônia, o problema pode ser a apneia

Especialistas advertem: nem sempre a dificuldade para dormir significa insônia, o diagnóstico pode ser apneia

Problemas na hora de dormir estão se tornando cada vez mais comuns no Brasil. A pandemia potencializou a falta de sono do brasileiro que, por vezes, acredita estar sofrendo de insônia.

Entretanto, ter dificuldade para dormir não necessariamente significa que a pessoa está com insônia, já que existem diversas causas que podem levar a um sono de má qualidade, entre elas, a apneia.

Segundo o médico do sono e psiquiatra da Vigilantes do Sono, Caio Bonadio, é importante que a pessoa com problemas de sono procure ajuda para receber o diagnóstico correto. “As noites em claro e a dificuldade para dormir geralmente são associadas com o quadro de insônia. No entanto, esses problemas podem estar atrelados a outras questões, exigindo um diagnóstico de um profissional e, consequentemente, um tratamento adequado” ressalta o médico.

Segundo um estudo da Lancet, uma das mais respeitadas revistas científicas do mundo, quase 1 bilhão de pessoas são afetadas com apneia obstrutiva do sono. Os principais afetados estão na China, EUA, Brasil e Índia.

“Uma coisa que me assusta na apneia é como ela é comum. E muitas pessoas são bastantes resistentes em fazer uma polissonografia”, alerta o Dr. Geraldo Lorenzi-Filho, pneumologista e médico do sono da Biologix.

Dados coletados pela Vigilantes mostram que cerca de 58% dos pacientes com apneia têm insônia. “A apneia é um distúrbio respiratório do sono. Ela dificulta sua noite de sono, fazendo com que a pessoa desperte algumas vezes a cada interrupção de fluxo de ar na via aérea superior. Em alguns casos, os pacientes podem desenvolver a insônia junto com a apneia, que é um quadro mais grave”, explica Bonadio.

“A pessoa pode acordar diversas vezes durante a noite e ela não percebe. Ela fica sonolenta no dia seguinte e isso pode ser confundido com sintomas depressivos”, complementa Lorenzi-Filho.

Com uma solução que alia Ciência Comportamental e Inteligência Artificial (AI), a Vigilantes do Sono é o primeiro programa digital voltado para pessoas com insônia no Brasil. A startup desenvolveu um aplicativo próprio, contendo o método que auxilia na mudança de comportamentos, proporcionando a quem tem dificuldades para dormir uma melhora efetiva na qualidade do sono, independente do uso de medicamentos.

Sobre a Vigilantes do Sono

Com pouco mais de um ano de atuação, a Vigilantes do Sono tem um programa digital voltado para melhorar a qualidade do sono e com a primeira plataforma de telemonitoramento dedicada a profissionais de saúde, agora com uma solução efetiva para tratar o sono de seus pacientes. O conteúdo é baseado na Terapia Cognitivo-Comportamental para Insônia (TCC-I) e foi desenvolvido pelos engenheiros Lucas Baraças e Guilherme Hashioka da Poli-USP e Laura Castro, psicóloga do sono pela Associação Brasileira do Sono e Sociedade Brasileira de Psicologia. Mais informações no site.

Sobre a Biologix

A Biologix oferece uma solução online que permite que profissionais de saúde apresentem a seus pacientes um exame de ronco e apneia do sono simplificado e de baixo custo. O sistema inovador é baseado em sensores vestíveis, aplicativo e computação na nuvem. Fundada em 2015 pelo engenheiro elétrico Tácito de Almeida, formado pela Escola de Engenharia Mauá, e pelo médico Geraldo Lorenzi-Filho, professor livre docente em pneumologia e medicina do sono, e diretor do laboratório do sono do InCor, a Biologix tem revolucionado o diagnóstico da apneia e acompanhamento dos pacientes. Mais informações no site.

Por: Seven PR – Comunicação Corporativa / Foto Ilustrativa: Freepik

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