Einstein inaugura graduação em Administração de Organizações de Saúde

Curso oferecerá gestão de carreira para todos os estudantes, que terão experiência em organizações complexas, nas áreas de saúde pública e suplementar

A Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein (FICSAE) acaba de lançar a nova graduação em Administração de Organizações de Saúde, que formará um profissional multidisciplinar habilitado para trabalhar em diversas frentes da Administração. Serão oferecidas 70 vagas ao ano, e a previsão é que as inscrições comecem no segundo semestre de 2022, com duas possibilidades de ingresso: por meio de vestibular e submissão da nota do Enem.

A nova graduação em Administração do Einstein se destaca dos cursos já disponíveis no país, pois une diferentes frentes – desde as temáticas gerais, como Gestão e Estratégia, BI (Business Intelligence) & Data Science, Inovação e Empreendedorismo, Transformação Digital até as questões mais específicas do setor, como políticas públicas em saúde, acesso à saúde e economia da saúde.

“O curso formará administradores aptos a liderarem qualquer organização, do setor público ou privado”, explica João Paulo Bittencourt, coordenador da nova graduação. No entanto, o foco em saúde permite ao estudante mergulhar e vivenciar quase mil horas de prática em sua formação dentro do próprio sistema Einstein, que inclui 27 unidades no setor público e 13 unidades no setor privado.

“Organizações de saúde estão entre as mais complexas que existem. Para garantir uma formação que permita administrá-las, é necessário um longo período. Nesse sentido, nosso curso traz mais um diferencial: é como se o aluno adquirisse dez anos de bagagem em apenas quatro”, afirma Bittencourt.

Para o coordenador, a experiência prática supervisionada é fundamental para o desenvolvimento de gestores que atuam em setores complexos. Desde o primeiro ano, o aluno terá a oportunidade de planejar e executar programas de intervenção – ou seja, vai a campo para aplicar projetos que visam beneficiar a sociedade, seja em hospitais, unidades de pronto atendimento (UPAs), unidades de assistência médica ambulatorial (AMAs) ou ainda em unidades básicas de saúde (UBSs) que o Einstein administra na zona Sul paulistana.

A empregabilidade é tradicionalmente forte na área da saúde. Entre 2010 a 2019, mais de 820 mil empregos formais foram gerados no Brasil apenas no setor privado; no ano de 2020, mais 111 mil. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). E a pujança do setor de saúde também se traduz na economia, movimentando quase 10% do PIB brasileiro.

“O setor continuará em alta, com demandas geradas por fatores como envelhecimento populacional, doenças crônicas, saúde mental e a busca por uma vida cada vez mais saudável. Da nossa parte, precisamos formar empreendedores e líderes para esse cenário”, diz Bittencourt.

Outro grande diferencial em relação a cursos de Administração em outras instituições é a gestão de carreira, oferecida para cada aluno do curso, individualmente. A avaliação e a orientação considerarão o desempenho não só acadêmico, mas também entre os colegas e na resolução dos problemas em campo. Assim, o curso oferece avaliação 360º a todos os estudantes, desde o primeiro ano.

Para colocar o conhecimento em prática, os alunos também poderão atuar na empresa júnior. Apadrinhados pela Consultoria do Einstein, os alunos poderão implementar soluções e melhorias em operações e gestão em instituições de saúde do Brasil e até mesmo do exterior.

Alexandre Holthausen, diretor-superintendente de Ensino do Einstein, explica que a instituição ganhou espaço e relevância ao contribuir já por mais de três décadas com a educação na área da saúde do Brasil. “Tudo o que o Einstein se propõe a fazer, faz com excelência. Essa é uma premissa que se desdobra em todas as dimensões. Por meio do curso de Administração, vamos transmitir toda a expertise de gestão que adquirimos nos setores público e privado, e formaremos os líderes do futuro na área saúde, preparados para gerir organizações, mobilizar times, administrar crises e capazes de contribuir com o crescimento desse setor tão complexo e fundamental para o país”, diz Holthausen.

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Por: Jeffrey Group / Foto Ilustrativa: Freepik

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