https://revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/issue/feedSaúde Coletiva (Barueri)2026-04-15T14:55:16-03:00Revista Saúde Coletivaartigo1@mpmcomunicacao.com.brOpen Journal Systems<p><span style="font-weight: 400;">A Revista Saúde Coletiva é uma publicação de acesso aberto, publicada pela Editora MPM Comunicação. Em 2017, adotou o uso de mídias sociais como ferramenta eficaz na disseminação do conhecimento científico, com a criação do seu perfil no </span><strong><em>Instagram</em></strong>,<strong><em> Facebook </em></strong>e<strong><em> LinkedIn</em></strong><span style="font-weight: 400;">. </span><span style="font-weight: 400;">A partir de 2020, adotou a </span><strong>publicação de fluxo contínuo de artigos</strong><span style="font-weight: 400;">. Com isso, acelera a publicação de um manuscrito já aceito e editorado. </span></p> <p>A Revista Saúde Coletiva aceita artigos inéditos e originais, condena o plágio e autoplágio. Aceita artigos escritos no idioma português, inglês e espanhol os quais devem ser destinados exclusivamente à Revista Saúde Coletiva, não sendo permitida sua apresentação simultânea a outro periódico, seja parcial ou integralmente. O limite é de até 8 (oito) autores por artigo.</p> <p>Tem como objetivo colaborar com o desenvolvimento técnico-científico dos profissionais da área.</p> <p> </p> <p><strong>ISSN Eletrônico</strong> <strong>-</strong> 2675-0244</p> <p><strong>ISSN Impresso - </strong>1806-3365</p>https://revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3861Perfil Socioepidemiológico e Prevalência de Diabetes Mellitus e Hipertensão Arterial em Usuários de Serviços Universitários de Saúde na Amazônia Brasileira2026-04-13T11:19:05-03:00Geiza Da Silva Oliveirageizaoliveiira@gmail.comKailane Araújo Da Costakailanearaujo377@gmail.comLeticia Rafaela Batista Contenteleracontente@yahoo.com.brJoseane Rodrigues da Silvajoseanesilva@ufpa.brAuriekson Noronha Queirozauriekson@gmail.com<p><strong>Objetivo:</strong> Analisar o perfil socioepidemiológico, a prevalência e os fatores associados à hipertensão arterial sistêmica e ao diabetes mellitus em usuários de serviços universitários de saúde na Amazônia brasileira.</p> <p><strong>Método:</strong> Estudo transversal descritivo-analítico, realizado com 80 participantes, por meio de entrevistas estruturadas e aferições de pressão arterial e glicemia capilar. Foram aplicados testes de associação e regressão logística.</p> <p><strong>Resultados:</strong> As prevalências autorreferidas de hipertensão arterial sistêmica (40%) e diabetes mellitus (21,3%) foram elevadas. O histórico familiar de hipertensão arterial sistêmica e de dislipidemia apresentou associação significativa com a doença. Observou-se controle inadequado da pressão arterial em 65,6% e da glicemia em 47,1% dos participantes.</p> <p><strong>Conclusão:</strong> A população estudada apresenta elevada carga de doenças crônicas não transmissíveis e controle clínico insuficiente, indicando a necessidade de estratégias de cuidado voltadas à adesão terapêutica e à redução de desigualdades.</p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Geiza Da Silva Oliveira, Kailane Araújo Da Costa, Leticia Rafaela Batista Contente, Joseane Rodrigues da Silva, Auriekson Noronha Queirozhttps://revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3849Experiências Vividas e Apoios para Pessoas com Deficiência no Mundo Pandêmico: Uma Análise Fenomenológica Interpretativa no Brasil2026-04-13T11:19:07-03:00Beatriz Helena Brugnarobia10.helena@gmail.comOksana Hlyvahlyvao@mcmaster.caLáis Meneghel Adorno laisma@estudante.ufdcar.brElisangela Ferreira Limaferreiralimaelisangela2@gmail.comOlaf Kraus de Camargokrausdc@mcmaster.caNelci Adriana Cicuto Ferreira Rochaacicuto@ufscar.br<p>A pandemia de COVID-19 provocou mudanças abruptas, como a interrupção de serviços de saúde e educacionais. Entre os grupos mais impactados estão as pessoas com deficiência, que necessitam continuamente de apoio especializado nas áreas da saúde e da educação. O suporte comunitário oferecido a essa população é fundamental para o enfrentamento de situações adversas, como a pandemia. Assim, o objetivo deste estudo foi descrever qualitativamente a experiência da pandemia sob a perspectiva de pessoas com deficiência e daqueles que as apoiam pessoal ou profissionalmente, bem como identificar o suporte comunitário oferecido a essa população no Brasil nesse período. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas com 27 participantes, sendo 23 mulheres e 4 homens, dentre as quais 8 eram mães. A faixa etária variou entre 18 e 64 anos. Realizou-se uma análise construtivista, com abordagem descritiva, utilizando seis fases da análise fenomenológica interpretativa. Entre aqueles que apoiavam pessoas com deficiência, foram frequentemente relatados impactos à saúde, como dificuldades de acesso a recursos de saúde, problemas de saúde mental decorrentes da pandemia e perda de habilidades físicas nas atividades de vida diária. Quanto ao tipo de suporte recebido durante o período, cada participante relatou ao menos uma fonte de apoio, predominantemente de natureza psicológica e financeira. Conclui-se que emergiram aspectos relevantes relacionados ao apoio às pessoas com deficiência durante a pandemia, tanto positivos quanto negativos, os quais podem orientar o aprimoramento de políticas públicas voltadas a essa população.</p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Beatriz Helena Brugnaro, Okasana Hlyvana, Láis Meneghel Adorno , Elisangela Ferreira Lima, Olaf Kraus de Camargo, Nelci Adriana Cicuto Ferreira Rochahttps://revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3879Conhecimento de Acadêmicos da Área da Saúde Sobre o Processo de Doação de Órgãos no Brasil2026-04-13T11:18:51-03:00Hida Kassiane Ferraz Mendeshida@discente.ufg.brLucas Gabriel Barbosa Silva lucas.gabriel2@discente.ufg.brPâmella Cristina dos Santos Silva pamellacristina@discente.ufg.brGiovanna Lopes Costagiovannalcosta22@gmail.comIzabella Maria D’Abadia Silveira Lopes izabella.lopes@mail.uft.edu.brKarina Suzukikarina@ufg.brJulio Cesar Soares Barretosoares.barreto.julio@gmail.comRegiane Apparecida dos Santos Soares Barreto regiane_barreto@ufg.br<p><strong><span class="TextRun Highlight SCXW134748795 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW134748795 BCX0">OBJETIVO:</span></span></strong><span class="TextRun Highlight SCXW134748795 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW134748795 BCX0"> analisar o conhecimento de acadêmicos da área da saúde sobre o processo de doação de órgãos.<strong> </strong></span></span><strong><span class="TextRun Highlight SCXW134748795 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW134748795 BCX0">MÉTODO:</span></span></strong><span class="TextRun Highlight SCXW134748795 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW134748795 BCX0"><strong> </strong>estudo observacional, transversal e analítico, aprovado por Comitê de Ética, realizado por formulário online em março de 2025. </span></span><strong><span class="TextRun Highlight SCXW134748795 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW134748795 BCX0">RESULTADOS:</span></span></strong><span class="TextRun Highlight SCXW134748795 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW134748795 BCX0"> participaram 99 acadêmicos, majoritariamente jovens (18–30 anos). A amostra incluiu estudantes do 3º ano dos cursos de medicina, enfermagem e psicologia, públicos e privados. A maioria nunca estudou e nem participou de eventos sobre o tema. Quase todos foram favoráveis à doação e mais da metade comunicou a família. A maioria reconheceu a proibição do comércio de órgãos no Brasil, a necessidade de informar familiares e que os transplantes ocorrem pelo Sistema Único de Saúde. Houve associação significativa entre ser doador e comunicar a família (p=0,0017). </span></span><strong><span class="TextRun Highlight SCXW134748795 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW134748795 BCX0">CONCLUSÃO:</span></span></strong><span class="TextRun Highlight SCXW134748795 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW134748795 BCX0"> o conhecimento se mostrou presente, entretanto, o tema é pouco abordado na graduação, evidenciando necessidade de fortalecimento curricular.</span></span><span class="EOP SCXW134748795 BCX0" data-ccp-props="{"134233117":false,"134233118":false,"201341983":0,"335551550":6,"335551620":6,"335557856":16777215,"335559731":1134,"335559738":0,"335559739":0,"335559740":360}"> </span></p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Hida Kassiane Ferraz Mendes, Lucas Gabriel Barbosa Silva , Pâmella Cristina dos Santos Silva , Giovanna Lopes Costa, Izabella Maria D’Abadia Silveira Lopes , Karina Suzuki, Julio Cesar Soares Barreto, Regiane Apparecida dos Santos Soares Barreto https://revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3863Validação de um Instrumento de Orientações para Cuidadores de Crianças em Ventilação Mecânica Domiciliar2026-04-13T11:19:04-03:00Milena Brioso Silva de Oliveiramilenabriosofisio@gmail.comValéria Cabral Neves Luszczynskivaleria.neves@ebserh.gov.brBruno Silva Mirandasilva.bruno@ebserh.gov.brRita de Cássia Niz Malkoritanmalko@gmail.comYessa do Prado Albuquerqueyessa.albuquerque@gmail.com<p><strong>OBJETIVO:</strong> Validação de conteúdo de cartilha sobre ventilação mecânica invasiva (VMI) domiciliar para cuidadores de crianças dependentes crônicos. <strong>MÉTODOS:</strong> Estudo quali-quantitativo de validação de conteúdo, por juízes-especialistas, de um instrumento de orientação do tipo cartilha educativa. Utilizou-se o Índice de Validação de Conteúdo (IVC), considerando IVC ≥0,8 para validação com uma amostra mínima de 10 juízes. Pesquisa aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CAAE 75912223.7.0000.0096). <strong>RESULTADOS:</strong> 20 participaram da primeira rodada e 19 da segunda, sendo 52,63% especialistas. O tópico sobre água no filtro, que obteve IVC em Clareza e Relevância de 0,6 e 0,7, respectivamente, foi excluído e a página reformulada com base em 44 sugestões. Na segunda rodada, os tópicos apresentaram IVC ≥0,9 e IVC global de 0,95. <strong>CONCLUSÕES:</strong> O conteúdo do instrumento foi validado, demonstrando que é claro, relevante e adequado.</p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Milena Brioso Silva de Oliveira, Valéria Cabral Neves Luszczynski, Bruno Silva Miranda, Rita de Cássia Niz Malko, Yessa do Prado Albuquerquehttps://revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3891Associação Entre COVID-19, Qualidade do Sono e Sonolência em Estudantes de Medicina2026-04-13T11:18:39-03:00Lourrany Borges Costalourranybc@gmail.comYuri Marques Teixeira Matosyurimtm0@gmail.comLucas Jussier Pinheiro Duartelucasjussier@edu.unifor.brGabriel Lima Abreugabrielabreu00@edu.unifor.brMardhen Catunda Rocha Melomardhencatunda05@gmail.comMateus Freitas Azevedomateusfreitasazevedo@gmail.com<p style="font-weight: 400;">Objetivo: Analisar a qualidade do sono e a sonolência de estudantes de medicina de uma universidade privada do Nordeste do Brasil, e associações com a pandemia de covid-19. Método: Estudo transversal com questionário virtual contendo o Índice da Qualidade do Sono de Pittsburgh e a Escala de Sonolência de Epworth. Verificou-se a associação entre sonolência e fatores pandêmicos. Resultado: Participaram 85 alunos, majoritariamente mulheres e matriculados no quinto período. Apenas 18% apresentaram boa qualidade de sono, enquanto 82% apresentaram qualidade ruim. Quanto à sonolência, 46% exibiram padrão normal, 13% níveis médios e 41% sonolência anormal. Notou-se piora do sono ao longo da graduação. Conclusão: A qualidade do sono dos estudantes é predominantemente ruim, com alta sonolência diurna. A pandemia esteve associada a mudanças no padrão sono, sugerindo a necessidade de apoio institucional para a manutenção de hábitos saudáveis.</p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Lourrany Borges Costa, Yuri Marques Teixeira Matos, Lucas Jussier Pinheiro Duarte, Gabriel Lima Abreu, Mardhen Catunda Rocha Melo, Mateus Freitas Azevedohttps://revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3874Caracterização dos Casos de Leishmaniose Tegumentar Americana Notificados em Mato Grosso 2011-20202026-04-13T11:18:59-03:00OMAR ARIEL ESPINOSAoaetmpan@gmail.comSteffany Weimer Santana Petrolioaetmpan@gmail.comLubia Maieles Gomes Machadooaetmpan@gmail.comMilagros Jitzel Rodriguez Carrascooaetmpan@gmail.comGustavo Henrique Petrolioaetmpan@gmail.comPãmela Rodrigues de Souza Silvaoaetmpan@gmail.com<p>A leishmaniose tegumentar americana é uma doença zoonótica negligenciada de relevância em saúde pública no Brasil. <strong>Objetivo:</strong> Analisar o perfil demográfico, clínico, geográfico e temporal dos casos notificados em Mato Grosso entre 2011 e 2020. <strong>Método:</strong> Estudo epidemiológico descritivo com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação. Foram avaliadas variáveis demográficas, clínicas, taxas de incidência anual e padrões de distribuição espacial. <strong>Resultados:</strong> Foram notificados 23.471 casos, com predominância no sexo masculino, indivíduos em idade produtiva, raça parda e baixa escolaridade. A forma cutânea foi a mais frequente. A distribuição apresentou padrão estável ao longo do período, com maiores taxas nas mesorregiões norte e nordeste. <strong>Conclusão:</strong> O perfil epidemiológico manteve-se estável no período analisado, caracterizado por predominância no sexo masculino, forma cutânea e concentração espacial nas mesorregiões norte e nordeste do estado.</p> <p> </p> <p> </p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 OMAR ARIEL ESPINOSA, Steffany Weimer Santana Petroli, Lubia Maieles Gomes Machado, Milagros Jitzel Rodriguez Carrasco, Gustavo Henrique Petroli, Pãmela Rodrigues de Souza Silvahttps://revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3885Profilaxia Antirrábica Humana: Caracterização Clínico-Epidemiológica e Análise das Condutas Profiláticas2026-04-13T11:18:48-03:00RILANDIA LIMA SANTOSrilandiagomes@gmail.comMaricelia Maia de Lima mmlima@uefes.brMagali Teresopolis Reis Amaralmmlima@uefes.br<p><strong>Objetivo:</strong><span style="font-weight: 400;"> Analisar o perfil clínico-epidemiológico e a adequação profilática dos atendimentos antirrábicos humanos no município de Camaçari-Ba entre abril de 2022 a dezembro de 2024 </span><strong>Método:</strong><span style="font-weight: 400;"> Estudo epidemiológico, transversal e quantitativo, com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação. </span><strong>Resultados:</strong><span style="font-weight: 400;"> A faixa etária de 1 a 19 anos foi a mais acometida, com predominância masculina. A mordedura foi a principal forma de exposição, tendo o cão como principal animal agressor e mãos/pés as regiões mais afetadas. Observou-se inadequação da conduta profilática em 20,9% dos casos analisados. </span><strong>Conclusão:</strong><span style="font-weight: 400;"> A presença de condutas inadequadas evidencia fragilidades na tomada de decisão em profilaxia antirrábica humana, indicando a necessidade de educação permanente e de ferramentas de apoio à aplicação dos protocolos.</span></p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 RILANDIA LIMA SANTOS, Maricelia Maia Lima , Magali Teresopolis Reis Amaralhttps://revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3826Desafios dos Surdos para o Autocuidado em Saúde Bucal2026-04-13T11:19:10-03:00CARLOS EMANUELL BARBOSA VIANAdrcarlosbarbosa2025@gmail.comMarcelo Pereira da Rochamarcelopereira@fainor.com.brIngrid Soares Vianadrcarlosbarbosa2025@gmail.comCaio Fernando dos Santos da Cruzdrcarlosbarbosa2025@gmai.com<p align="justify">O autocuidado em saúde bucal está relacionado à autonomia e à melhoria da qualidade de vida dos surdos. Objetivo: Este estudo tem como objetivo compreender os desafios da população surda em relação à prática do autocuidado em saúde bucal. Método: Para tanto, foi desenvolvida uma pesquisa com abordagem qualitativa, utilizando dados de entrevistas com participantes de uma comunidade surda de um município brasileiro. Resultados: Os resultados apontam como principais desafios da população surda a dificuldade com o autocuidado com a saúde oral e fragilidades na comunicação com o Cirurgião-Dentista. Conclusão: Portanto, é necessário a melhor capacitação dos profissionais em Língua Brasileira de Sinais, de modo a proporcionar um cuidado mais humanizado e inclusivo.</p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 CARLOS EMANUELL BARBOSA VIANA, Marcelo Pereira da Rocha, Ingrid Soares Viana, Caio Fernando dos Santos da Cruzhttps://revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3892Terapia cognitivo-comportamental adjuvante versus farmacoterapia isolada no TDAH em adultos: revisão sistemática2026-04-13T11:52:07-03:00Júlia Hoffmann Prates de Limajuliahplima@gmail.comJúlia Azedias Pessôa Vieiraj.azedias@gmail.comLeandro Prates de Limaleandropratesdelima95@gmail.com<p data-start="711" data-end="935"><strong>Objetivo</strong>: Avaliar se a adição da terapia cognitivo-comportamental à farmacoterapia oferece benefícios em relação à farmacoterapia isolada no tratamento de adultos com transtorno do déficit de atenção/hiperatividade (TDAH).</p> <p data-start="942" data-end="1396"><strong>Métodos</strong>: Revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados conduzida conforme as recomendações PRISMA, com buscas nas bases PubMed/MEDLINE, SciELO e Google Acadêmico. Foram incluídos estudos que compararam a associação entre intervenção psicológica e farmacoterapia com o uso isolado de medicação em adultos, utilizando instrumentos validados para avaliação de sintomas e funcionamento. O risco de viés foi avaliado pela ferramenta RoB 2 (Cochrane).</p> <p data-start="1403" data-end="1671"><strong>Resultados</strong>: Seis ensaios clínicos preencheram os critérios de inclusão. A intervenção combinada demonstrou benefícios adicionais, principalmente em desfechos funcionais e psicossociais, enquanto os efeitos sobre os sintomas centrais foram variáveis entre os estudos.</p> <p data-start="1678" data-end="1897"><strong>Conclusão</strong>: A associação entre terapia cognitivo-comportamental e farmacoterapia pode proporcionar ganhos funcionais adicionais em adultos com TDAH, embora os efeitos sobre os sintomas centrais permaneçam inconsistentes.</p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Júlia Hoffmann Prates de Lima, Júlia Azedias Pessôa Vieira, Leandro Prates de Limahttps://revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3888Impacto da Pornografia na Formação Neurológica dos Adolescentes de 13 a 18 Anos: Revisão Bibliográfica2026-04-13T11:18:40-03:00Larisse Silva Piannalarissepianna@gmail.comLorena Salazar Gonçalves Pintolorenasalazarmed36@gmail.comRaffael Adrian Machado Vitória raffaeladrianmachado5@gmail.comJosé Pedro Assis Silva josepedroassissilva@gmail.comTalita Eloi Barbosa Lima talitaeloiblima@gmail.com<p>Objetivo: Analisar os impactos da exposição à pornografia no desenvolvimento neurológico de adolescentes de 13 a 18 anos, com ênfase nas alterações estruturais e funcionais cerebrais. Método: Revisão integrativa da literatura realizada nas bases SciELO, PubMed e Google Scholar, incluindo estudos publicados nos últimos vinte anos que abordaram efeitos neurobiológicos e comportamentais da exposição à pornografia em adolescentes. Os dados foram organizados por eixos temáticos relacionados ao sistema de recompensa, neurotransmissores, controle de impulsos e regulação emocional. Resultados: Os estudos indicam associação entre consumo frequente de pornografia e alterações no sistema de recompensa cerebral, especialmente em vias dopaminérgicas, além de possíveis impactos no controle inibitório, na tomada de decisão e na regulação emocional. Observam-se ainda correlações com sintomas ansiosos, depressivos e comportamentos compulsivos. Conclusão: A exposição precoce e recorrente à pornografia pode influenciar o neurodesenvolvimento adolescente, ressaltando a necessidade de estratégias preventivas e educacionais baseadas em evidências.</p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Larisse Silva Pianna, Lorena Salazar Gonçalves Pinto, Raffael Adrian Machado Vitória , José Pedro Assis Silva , Talita Eloi Barbosa Lima https://revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3884O Conhecimento da Pessoa Idosa Sobre o Direito à Saúde: Uma Revisão Integrativa2026-04-13T11:18:49-03:00Priscylla de Freitas Cavalcantepriscyllacavalcantee@hotmail.comJoana Alves da Mata Ribeirojoana.mata@ufpe.brJulliana Kelly Silva de Barrosjulliana.barros@ufpe.brCarla Cabral dos Santos Accioly Linscarla.santos@ufpe.brRogério Dubosselard Zimmermannrogerio.zimmermann@ufpe.br<p><strong>RESUMO:</strong></p> <p><strong>Objetivo:</strong> Analisar, na literatura científica, o conhecimento da pessoa idosa acerca do direito à saúde. <strong>Método:</strong> Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada em janeiro de 2025, nas bases de dados Scopus, PubMed, Embase, Web of Science e LILACS. A estratégia de busca foi elaborada a partir do acrônimo PICo. Foram incluídos estudos originais que abordassem a percepção ou o conhecimento <strong>da</strong> pessoa idosa sobre o direito à saúde. <strong>Resultados:</strong> A amostra final foi composta por dois artigos publicados, ambos com abordagem qualitativa e centrados na escuta direta de pessoas idosas. Os estudos evidenciaram desconhecimento parcial ou limitado sobre os direitos em saúde, bem como dificuldades no acesso aos serviços e na compreensão da efetivação desses direitos. <strong>Conclusão:</strong> A escassez de estudos sobre o tema revela uma lacuna importante na produção científica e reforça a necessidade de ampliar investigações que considerem a pessoa idosa como sujeito de direitos.</p> <p><strong>DESCRITORES: </strong>Pessoa Idosa; Conhecimento; Direito à Saúde;</p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Priscylla de Freitas Cavalcante, Joana Alves da Mata Ribeiro, Julliana Kelly Silva de Barros, Carla Cabral dos Santos Accioly Lins, Rogério Dubosselard Zimmermannhttps://revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3875Adultização na infância: um olhar sobre as formas de violências e maus-tratos precoces e seus impactos no desenvolvimento infantil2026-04-13T11:18:52-03:00Rebeca Pereira Vilarrebecavilar4@gmail.comCarlos Eduardo Lobato da Paixãorebecavilar4@gmail.comDaniara Mourão Rodrigues de Oliveirarebecavilar4@gmail.comDanielle Prado Bandeira Macielrebecavilar4@gmail.comThalya Vicente Acerbirebecavilar4@gmail.comTalita Eloi Barbosa Limarebecavilar4@gmail.com<p>Este estudo teve como objetivo analisar, por meio de revisão da literatura científica, os impactos da adultização na infância e suas repercussões biopsicossociais no desenvolvimento infantil. Realizou-se uma revisão integrativa entre março e maio de 2025, nas bases <em>SciELO, MEDLINE</em>, BVS e LILACS, utilizando descritores dos DeCS e <em>MeSH</em> relacionados à criança, adultização, violência, maus-tratos, saúde mental e desenvolvimento biopsicossocial, combinados por operadores booleanos. A busca identificou 423 estudos, dos quais oito foram incluídos após aplicação dos critérios de elegibilidade e etapas do PRISMA. Os resultados evidenciam associação entre adultização infantil, superexposição digital, erotização precoce, influência mercadológica e uso excessivo de tecnologias. Observou-se convergência quanto aos impactos biopsicossociais, incluindo fragilização da identidade, vulnerabilidade emocional, redução do brincar e riscos à saúde mental e ao desenvolvimento sexual saudável, indicando repercussões negativas persistentes no ciclo de vida.</p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Rebeca Pereira Vilar, Carlos Eduardo Lobato da Paixão, Daniara Mourão Rodrigues de Oliveira, Danielle Prado Bandeira Maciel, Thalya Vicente Acerbi, Talita Eloi Barbosa Limahttps://revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3868O Guia Alimentar Brasileiro no Tratamento da Síndrome dos Ovários Policísticos: Relato de Casos2026-04-13T11:19:03-03:00Fabiana Oliveira dos Santos Camatarifabiana.camatari@upe.brLuiza Maiara Batista Galvãoluizamayara99@gmail.comBeatriz Gomes Damascenobeatriz.gdamasceno@upe.brKarla Thais Rodrigues Coelhokarla.trcoelho@upe.brGabryella Taynna Cavalcante Barbosagabryella.tcbarbosa@upe.brMaria Isabel Andrade Nogueira Leitemaria.ianleite@upe.brAndréa Marques Soteroandrea.sotero@upe.brKéllen Wanessa Coutinho Vianakellen.viana@upe.br<p>Objetivo: Relatar os resultados da intervenção nutricional baseada no Guia Alimentar para a População Brasileira, com foco na redução do consumo de alimentos ultraprocessados, em mulheres adultas diagnosticadas recentemente com Síndrome dos Ovários Policísticos. Método: Relato descritivo, realizado com três mulheres com diagnóstico clínico e ou laboratorial da síndrome, consumidoras de alimentos ultraprocessados. O acompanhamento nutricional ocorreu por três meses, com avaliação e reavaliação de dados alimentares e antropométricos, orientações nutricionais, planejamento alimentar e aplicação de questionários validados. Resultado: Observou-se um elevado consumo de alimentos ultraprocessados, baixo consumo de frutas, verduras e legumes e inadequações no consumo dos macronutrientes e micronutrientes. Após a intervenção, notou-se melhorias no trato gastrointestinal, ingestão de fibras, ciclo menstrual, perda de peso, disposição e qualidade do sono. Conclusão: O acompanhamento nutricional associado à reeducação alimentar contribui para a melhoria da qualidade de vida de mulheres com Síndrome do Ovário Policístico.</p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Fabiana Oliveira dos Santos Camatari, Luiza Maiara Batista Galvão, Beatriz Gomes Damasceno, Karla Thais Rodrigues Coelho, Gabryella Taynna Cavalcante Barbosa, Maria Isabel Andrade Nogueira Leite, Andréa Marques Sotero, Kéllen Wanessa Coutinho Vianahttps://revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3840Acesso a Vacinação no Município de Camaçari: Analise das Dimensões Econômicas, Técnica, Organizacional e Simbólica2026-04-13T11:19:08-03:00JULIANA CARNEIROjucarneiro77@gmail.comJULIANA LEALjulianaleal@uefs.br<p><strong>Introdução/objetivo:</strong><span style="font-weight: 400;"> Este estudo analisou os aspectos que interferem no acesso à vacinação em Camaçari (BA), sob a ótica de usuários, profissionais de saúde e gestores do SUS. Com base nas dimensões econômica, organizacional, técnica e simbólica do acesso.</span><span style="font-weight: 400;"><br></span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Trata-se de um estudo qualitativo, de caráter descritivo onde foram realizadas entrevistas semiestruturadas com 16 participantes. </span></p> <p><strong>Resultados:</strong><span style="font-weight: 400;"> Os resultados apontaram obstáculos como desabastecimento de imunobiológicos, falhas na organização dos serviços, desinformação e dificuldades logísticas. </span><strong>Considerações Finais:</strong><span style="font-weight: 400;">Conclui-se que é urgente o fortalecimento das políticas públicas, da educação permanente e da gestão territorial para ampliar o acesso equitativo à imunização.</span></p> <p> </p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 JULIANA CARNEIRO, JULIANA LEALhttps://revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3887Mortalidade materna e vigilância do óbito no ciclo gravídico-puerperal: estudo observacional na Região de Saúde de Piracicaba, São Paulo, 2017–20222026-04-13T11:18:47-03:00Elaine Mara Pereira Zanattaelainemaraz@gmail.comVitor Rafael gomesviitor.gomes76@gmail.comJane Ignácio dos Reis Marcelinojanereismarcelino@gmail.comGabriel Alves goulartg292150@dac.unicamp.brLuciana Cristina Diniz Ferreira de Godoyv184960@dac.unicamp.brMichelli Caroliny de Oliveiram154282@dac.unicamp.brLuciane Miranda Guerraluguerra@unicamp.brPedro Augusto Thiene Lemepedrotl@unicamp.br<p><strong>Objetivo:</strong><span style="font-weight: 400;"> Avaliar a mortalidade materna na Região de Saúde de Piracicaba (RRAS-14) entre 2017 e 2022, analisando características e fatores associados para melhorar a assistência materna</span><strong>. Métodos:</strong><span style="font-weight: 400;"> Estudo observacional com base em 3.019 óbitos de mulheres em idade fértil, sendo 90 durante o ciclo gravídico-puerperal. Dados foram coletados do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM) e comitês de vigilância.</span><strong> Resultados</strong><span style="font-weight: 400;">: A maioria das mortes ocorreu no puerpério (53,3%), em mulheres de 15 a 49 anos, brancas (65,6%) e com ensino médio (43,03%). Causas indiretas prevaleceram (54,4%), e a mortalidade materna foi a décima principal causa de morte na região. A análise de óbitos variou de 45,5% em 2018 para 50,0% em 2019. </span><strong>Conclusão:</strong><span style="font-weight: 400;"> A mortalidade materna permanece, em grande parte, evitável. O fortalecimento do pré-natal, parto e puerpério, aliado à qualificação de investigações, é essencial para reduzir desigualdades e melhorar a assistência materna.</span><span style="font-weight: 400;"><br></span></p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Elaine Mara Pereira Zanatta, Vitor Rafael gomes, Jane Ignácio dos Reis Marcelino, Gabriel Alves goulart, Luciana Cristina Diniz Ferreira de Godoy, Michelli Caroliny de Oliveira, Luciane Miranda Guerra, Pedro Augusto Thiene Lemehttps://revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3871Perfil Epidemiológico dos Pacientes com Sífilis Congênita no Município de Porto Velho - RO2026-04-13T11:19:01-03:00Pahola Fonseca dos Santospaholafonseca96@gmail.comAmanda Antunes de Paulaamandaantunes16@outlook.comBeatriz Gago Pereiragaggobeatriz08@gmail.comMaikon Barbosa Barrosarq.maikon@gmail.comLaiane Reis TeixeiraLaiane.teixeira@afya.com.brArlindo Gonzaga Branco Juniorgonzaga.arlindo@gmail.com<p>Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico da sífilis congênita em Porto Velho entre 2021 e 2023. Método: Estudo ecológico, descritivo e retrospectivo, baseado em dados secundários públicos do sistema nacional de notificações. Foram incluídos todos os casos registrados no período. Resultado: Foram identificados 63 casos de sífilis congênita, com variação anual e maior ocorrência em 2022. A distribuição temporal sugeriu instabilidade no controle da transmissão vertical e possíveis falhas no cuidado pré-natal e no acompanhamento das gestantes. Conclusão: Os resultados evidenciam a persistência da sífilis congênita como importante desafio para a saúde materno-infantil em Porto Velho. Observou-se necessidade de aprimorar ações de rastreamento, tratamento oportuno e vigilância epidemiológica, além de fortalecer políticas que enfrentam determinantes sociais associadas ao agravo. O estudo aponta lacunas que podem orientar futuras pesquisas sobre qualidade do pré-natal e barreiras de acesso aos serviços de saúde.</p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Pahola Fonseca dos Santos, Amanda Antunes de Paula, Beatriz Gago Pereira, Maikon Barbosa Barros, Laiane Reis Teixeira, Arlindo Gonzaga Branco Juniorhttps://revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3899SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL E POVOS INDÍGENAS: ESTRATÉGIAS PARA MINIMIZAR O CONSUMO DE ULTRAPROCESSADOS2026-04-15T14:55:16-03:00Alessandra Rodrigues Garciaalessandra.garcia.24.06@gmail.comCleusa Fátima de Oliveira Corrêaalessandra.garcia.24.06@gmail.comAlan Diniz Ferreiraalessandra.garcia.24.06@gmail.comMarcella Fraga dos Santosalessandra.garcia.24.06@gmail.comLaís Lago Marinhoalessandra.garcia.24.06@gmail.comFabiane Rosa Cavalcantealessandra.garcia.24.06@gmail.comPaula Regina Lemos de Almeida Campos alessandra.garcia.24.06@gmail.comCamilly Victória Cândido dos Santosalessandra.garcia.24.06@gmail.com<p>Objetivo: Compreender os hábitos alimentares da população indígena de Pau Brasil, Aracruz-ES, sua cultura alimentar atual e ancestral, e desenvolver uma proposta de Educação Alimentar e Nutricional, respeitando sua história e estimulando a memória alimentar. Método: As atividades incluíram participação em eventos culturais, aulas de pilates e oficinas na Casa das Mulheres. Antes das oficinas culinárias, foram discutidos temas: Guia Alimentar para a População Brasileira, consumo de sal e açúcar, importância das fibras, uso de gorduras saudáveis, e alimentação na prevenção do Diabetes Melitus tipo 2 e obesidade. Foram desenvolvidas com os indígenas 25 receitas com alimentos in natura ou minimamente processados. Resultados: Observaram-se mudanças no consumo de determinados alimentos e ingredientes culinários, com redução na ingestão de alimentos ricos em sal e açúcares. Conclusão: A EAN mostrou-se essencial na transformação de hábitos alimentares quando aplicada de maneira participativa, acolhedora e alinhada à valorização da identidade cultural indígena.</p>2026-04-15T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Alessandra Rodrigues Garcia, Cleusa Fátima de Oliveira Corrêa, Alan Diniz Ferreira, Marcella Fraga dos Santos, Laís Lago Marinho, Fabiane Rosa Cavalcante, Paula Regina Lemos de Almeida Campos , Camilly Victória Cândido dos Santos