Cuerpos Invisibles: Racismo Institucional y Salud de Las Docentes Negras en la Enseñanza Superior
DOI:
https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2026v17i104p19158-19169Palabras clave:
Equidad en salud, Mujeres negras, Salud del trabajador, Racismo institucionalResumen
Objetivo: La docencia en la educación superior brasileña está atravesada por estructuras de racismo, colonialismo y
desigualdades que afectan la representación, las condiciones de salud y la permanencia de las mujeres negras en el ámbito académico. El objetivo de este estudio es analizar cómo se manifiesta u omite la política institucional de salud ante las desigualdades de raza y género en la Universidad Federal de Alagoas. Método: El marco teórico se basa en debates sobre interseccionalidad, género, raza y salud del trabajador en el servicio público. Se trata de una investigación cualitativa, de carácter descriptivo y documental, que examinó normativas, informes públicos, datos institucionales e información disponible en el Sistema Integrado de Gestión de Recursos Humanos, además de la estructura y las acciones del Subsistema Integrado de Atención a la Salud del Servidor (SIASS/UFAL). RESULTADOS: Los resultados indican un predominio del enfoque pericial, fragilidad en la transparencia activa, ausencia de datos racializados, inexistencia de políticas interseccionales e invisibilidad de las docentes negras en la planificación de la salud. Estas lagunas refuerzan las desigualdades estructurales y limitan el acceso a la atención integral. Conclusión: Se concluye que es urgente instituir una coordinación interseccional de salud, adherirse al Programa Pró-Equidad y creaar mecanismos permanentes de escucha racializada, contribuyendo a la promoción de la equidad y a entornos de trabajo más saludables en la educación superior.
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