Quando o Cotidiano Ensina: Educação Permanente em Saúde em Âmbito Local
DOI:
https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2026v18i111p20662-20669Palabras clave:
Educação Permanente em Saúde, Atenção Primária em Saúde, Planejamento em Saúde, Relações interprofissionais, Pessoal de SaúdeResumen
Objetivo: Comprender las percepciones y necesidades formativas de los trabajadores de Unidades Básicas de Salud en relación con la Educación Permanente en Salud (EPS), identificando desafíos y potencialidades para el fortalecimiento de la formación en el territorio. Método: Investigación-intervención con enfoque mixto realizada en Sorocaba-SP (2025-2026). Se realizó un relevamiento cuantitativo (n=145) y cualitativo mediante seis rondas de conversación (n=58), analizadas mediante el análisis de contenido temático de Bardin. Resultados: El principal obstáculo fue la falta de tiempo debido a la sobrecarga asistencial (73%). Se reveló un "protagonismo impedido" por la brecha entre el deseo de participar en la planificación de la EPS (60%) y la percepción de ser escuchado por la gestión (43%). La prueba de chi-cuadrado de Pearson reveló una asociación estadísticamente significativa entre sentirse escuchado y el deseo de participación activa. Surgieron propuestas como reuniones garantizadas en escala (tiempo protegido) y construcción participativa de protocolos (ej: Código Naranja). Conclusión: El fortalecimiento de la EPS requiere la institucionalización del tempo protegido y la escucha activa.
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