Juntas en el Círculo: Diálogos de Vida y Cuidado Integral para las Mujeres en la Atención Primaria en una Comunidad Ribereña

Autores/as

  • Francisco Hermes Ribeiro de Sousa Publicitário-Universidade da Amazônia-UNAMA. Discente de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas-Afya Bragança; https://orcid.org/0009-0009-6578-2182
  • Wanessa Morais Pinto Cirurgiã-Dentista – Escola Superior da Amazônia- ESAMAZ. Discente de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas-Afya Bragança; https://orcid.org/0009-0002-6880-9650
  • Wanessa Rezende Gaspar Lameira Enfermeira- Universidade do Estado do Pará-UEPA. Discente de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas-Afya Bragança; https://orcid.org/0009-0000-7417-5768
  • Lilian Oliveira Magalhães Mestra em Odontologia; área de concentração Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Pará- UFPA. Cirurgiã-Dentista – Universidade Federal do Pará-UFPA; https://orcid.org/0000-0001-5429-7004

DOI:

https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2025v16i101p17390-17407

Palabras clave:

Atención Primaria de Salud, Salud de la Mujer, Investigación Cualitativa, Vulnerabilidad Social

Resumen

Objetivo: Analizar las percepciones de mujeres ribereñas sobre salud, autocuidado y acceso a la Atención Primaria de Salud, con el fin de subsidiar estrategias de cuidado integral que articulen saberes populares y prácticas médicas. Método: Estudio exploratorio cualitativo con siete mujeres de una comunidad ribereña, utilizando la técnica de grupo focal. Los datos fueron analizados por el software IRAMUTEQ a través de la Clasificación Jerárquica Descendente. Resultados: El análisis evidenció barreras de acceso al sistema de salud (retraso en exámenes, rotación profesional), la sobrecarga emocional del cuidado familiar y vivencias de violencia. Los discursos señalaron la necesidad de redes de apoyo institucional y comunitario. Conclusión: Las mujeres ribereñas viven un ciclo de vulnerabilidad por desigualdades de género y fragilidades de la Atención Primaria, usando el apoyo comunitario como resistencia. Es crucial la creación de políticas públicas intersectoriales que valoren sus voces e integren salud, género y cultura para un cuidado integral.

Citas

Tasca R, Carvalho WM, Massuda A, Buchweitz C, Harzheim E. Recomendações para o fortalecimento da atenção primária à saúde no Brasil. Rev Panam Salud Publica. 2020;44:e4. doi: 10.26633/RPSP.2020.4

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde; 2017.

Gusso GD, Lima ACO, Silva RF, et al. Modelos de acesso à atenção primária à saúde na perspectiva de gestores e profissionais: um estudo de múltiplos casos. Rev Bras Med Fam Comunidade. 2019;14(42):1-9.

Sehnem GD, Monteiro AS. Acesso à atenção primária em saúde por mulheres residentes na zona rural: revisão integrativa. Res Soc Dev. 2020;9(8):e50985338.

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta. Brasília: Ministério da Saúde; 2013.

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher. Brasília: Ministério da Saúde; 2011.

Da Luz, A. L., Silva, M. R., & Oliveira, L. G. F. (2021). Desigualdades no acesso à saúde no Brasil: uma análise das políticas públicas e seus impactos. Revista Brasileira de Saúde Pública, 55, 1-10. https://doi.org/10.1590/S0034-8910.2021055001234

Silva ACM, Morais NM, Sousa JM, Farinha MG, Lucchese R, Caixeta CC. Políticas de saúde da mulher e sua intersecção com a saúde mental: uma reflexão necessária. Rev Eletr Enferm. 2024;26:77991. doi: 10.5216/ree.v26.77991

Barros AS. Sobre as práticas tradicionais de cura: subjetividade e resistência no campo da saúde. Psicologia & Sociedade. 2017;29(3):1-9. doi: 10.1590/1678-4446.2017000300002

Martins, A. S. (2022). Saberes tradicionais e práticas biomédicas: desafios e possibilidades na Atenção Primária à Saúde. Revista Brasileira de Saúde Coletiva, 27(1), 45-58.

Souto CM, Dias MD. Alcoolismo no contexto familiar: estratégias de enfrentamento das idosas usuárias da terapia comunitária. Rev Rene. 2012;13(3):612-20.

Santos PF, Jesus HG. O acesso de mulheres ribeirinhas aos serviços da atenção primária à saúde. Rev Eletr Acervo Saúde. 2025;25:e19855. doi: 10.25248/reas.e19855.2025

RIBEIRO, Felipe Oliveira. O uso do MapBiomas na análise de perda de vegetação natural e apoio a Legislação Florestal atual em Bragança (Pará). Revista Brasileira de Meio Ambiente, v. 10, n. 3, 2022.

SALIS, Dione Vieira et al. Saberes e tradição: a cerâmica caeteuara da comunidade Fazendinha. Nova Revista Amazônica, v. 6, n. 2, p. 249-258, 2018.

JORDAN, D. Contemporary Methodological Approaches to Qualitative Research: A Review of The Oxford Handbook of Qualitative Methods. The Qualitative Report, (S.I.), v. 23, n. 3, p. 547-556, 2018.

CARNEIRO, S. G.; PINHO, T. D.; TEIXEIRA, R. R.; ARAÚJO, C. R. (2023). Mulheres no contexto rural e a sobrecarga do trabalho doméstico não remunerado: impactos na saúde mental. Cadernos de Saúde Pública, 39(2), e00234.

COSTA, A. P.; DIMENSTEIN, M.; LEITE, P. T. (2014). Desigualdade de gênero e suas implicações para a saúde mental das mulheres no campo. Revista Brasileira de Epidemiologia, 17(4), 837-847.

RÜCKERT, S. L. (2018). Saúde comunitária e saberes populares: fortalecendo a autonomia e o autocuidado em territórios vulneráveis. Saúde e Sociedade, 27(4), 1149-1160.

GARNELO, L.; BARBOSA, A. D.; OLIVEIRA, T. C. (2020). Desafios na Atenção Primária à Saúde para populações ribeirinhas: acesso e qualidade dos serviços. Cadernos de Saúde Pública, 36(10), e000432.

CAMINHA, M. F. (2021). Violência de gênero e saúde mental das mulheres: reflexões e desafios para o SUS. Revista Saúde Coletiva, 28(4), 1029-1037.

BORSOI, A. C.; LACERDA, D. M.; GOMES, T. S. (2019). A violência contra a mulher e suas implicações para a saúde mental: uma análise qualitativa. Revista Brasileira de Saúde Mental, 43(3), 265-273.

RODRIGUES, F. M. (2024). A saúde das mulheres em comunidades isoladas: a importância de práticas culturais sensíveis e estratégias de enfrentamento da violência. Revista Brasileira de Saúde Pública, 50(3), 175-187.

Pimentel KP. Políticas de inclusão de crianças com necessidades específicas nas escolas municipais de Paraíso do Tocantins. Emancipação. 2017;18(1):63-82. doi: 10.5212/emancipacao.v.18i1.0013

Publicado

2025-10-27

Cómo citar

Sousa, F. H. R. de, Pinto, W. M., Lameira, W. R. G., & Magalhães, L. O. (2025). Juntas en el Círculo: Diálogos de Vida y Cuidado Integral para las Mujeres en la Atención Primaria en una Comunidad Ribereña. Saúde Coletiva (Barueri), 16(101), 17390–17407. https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2025v16i101p17390-17407

Número

Sección

Artículo cualitativo