Análisis Epidemiológico de Anomalías Osteomusculares en el Sudoeste de Maranhão

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2026v17i104p18890-18905

Palabras clave:

Anomalías musculoesqueléticas congénitas, Epidemiología, Maranhão

Resumen

Las anomalías musculoesqueléticas congénitas son cambios morfológicos que ocurren durante el desarrollo embrionario o fetal, dando como resultado la ausencia total y/o parcial de los miembros superiores y/o inferiores. Objetivo: analizar casos de anomalías musculoesqueléticas congénitas en el suroeste de Maranhão. Método: Se trata de un estudio ecológico, de series de tiempo, realizado con datos de nacidos vivos de la Unidad de Gestión Regional de Salud de Imperatriz (2009-2018). Resultados: Las anomalías musculoesqueléticas representaron el 43% de todas las anomalías reportadas, con mayor prevalencia en Porto Franco, Sítio Novo, Amarante do Maranhão, Imperatriz y Estreito. Hubo predominio de gestantes menores de 35 años, sin pareja, de color negro/pardo, con embarazo único y parto vaginal. Entre los recién nacidos hubo mayor frecuencia de niños con peso adecuado, nacidos a término y del sexo masculino. Conclusión: Es claro que estas anomalías representan un problema de salud pública, que puede causar complicaciones a los afectados, por lo que el diagnóstico oportuno y el seguimiento de los casos son fundamentales.

Biografía del autor/a

Jennifer Araújo Costa Furtado , Enfermeira pela Universidade Federal do Maranhão

Enfermera graduada en la Universidad Federal de Maranhão.            

Hidário Lima da Silva, Enfermeiro pelo Instituto de Ensino Superior do Sul do Maranhão (UNISULMA/IESMA). Mestre em Saúde e Tecnologia pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

Enfermeiro pelo Instituto de Ensino Superior do Sul do Maranhão (UNISULMA/IESMA). Mestre em Saúde e Tecnologia pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

Wherveson de Araújo Ramos, Mestre em Saúde e Tecnologia pela Universidade Federal do Maranhão.

Máster en Salud y Tecnología por la Universidad Federal de Maranhão.

Ismália Cassandra Costa Maia Dias, Docente do curso de Enfermagem e do Mestrado Acadêmico em Saúde e Tecnologia na Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Doutora em Ciências Marinhas Tropicais pela Universidade Federal do Ceará (UFC).

Profesora del curso de Enfermería y del Programa de Maestría Académica en Salud y Tecnología de la Universidad Federal de Maranhão (UFMA). Doctora en Ciencias Marinas Tropicales por la Universidad Federal de Ceará (UFC).

Citas

Gonçalves, M. K. D. S., Cardoso, M. D., Lima, R. A. F., Oliveira, C. M. D., & Bonfim, C. V. D. (2021). Prevalência e fatores associados às malformações congênitas em nascidos vivos. Acta Paulista de Enfermagem, 34, eAPE00852.

Cardoso-Dos-Santos AC, Medeiros-de-Souza AC, Bremm JM, Alves RFS, Araújo VEM, Leite JCL, et al. Lista de anomalias congênitas prioritárias para vigilância no âmbito do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos do Brasil. Epidemiol Serv Saude. 2021;30(1):e2020835.

Oliveira, S. M., & LÓPEZ, M. L. (2020). Panorama epidemiológico de malformações congênitas no Brasil (2013-2017). Revista Saúde Multidisciplinar, 8(2).

Reis, L. C., Barbian, M. H., Cardoso-dos-Santos, A. C., Silva, E. V. D. L., Boquett, J. A., & Schuler-Faccini, L. (2021). Prevalências ao nascimento de anomalias congênitas entre nascidos vivos no estado do Maranhão de 2001 a 2016: análise temporal e espacial. Revista Brasileira de Epidemiologia, 24, e210020.

Guimarães, A. L. S., Barbosa, C. C., Oliveira, C. M. D., Maia, L. T. D. S., & Bonfim, C. V. D. (2020). Análise das malformações congênitas a partir do relacionamento das bases de dados de nascidos vivos e óbitos infantis. Revista brasileira de saúde materno infantil, 19, 917-924.

Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Departamento de Análise Epidemiológica e Vigilância de Doenças Crônicas não Transmissíveis. Saúde Brasil 2022: análise da situação de saúde e uma visão integrada sobre os fatores de risco para anomalias congênitas [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde, 2023.502 p. [cited 2025 Dez 02]. Available from: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saudebrasil_2022_analise_anomalias_congenitas.pdf

Carmo, L. B. V., Neves, L. F. C., Barrueco, M. C., Colombo, R. R., de Sousa, R. T., Nezu, V. K., & Donadel, L. L. V. (2021). Malformações congênitas e mortalidade infantil: Análise transversal descritiva. COORTE-Revista Científica do Hospital Santa Rosa, (12).

Rodrigues, R. P. G. T. O., dos Santos, A. A. P., dos Santos, W. B., Santos, J. A. M., Oliveira, J. C. S., de Morais Teixeira, L., & Acioli, D. M. N. (2020). Perfil de malformações congênitas em um estado do nordeste do Brasil. RSD [Internet]. 27 de dezembro de 2020 [citado em 2 de dezembro de 2025];9(12):e40491211298. Disponível em: https://rsdjournal.org/rsd/article/view/11298

Szwarcwald, C. L., Leal, M. D. C., Esteves-Pereira, A. P., Almeida, W. D. S. D., Frias, P. G. D., Damacena, G. N., ... & Mullachery, P. M. H. (2019). Avaliação Das Informações do sistema de Informações sobre nascidos vivos (SINASC), Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 35, e00214918.

Rodrigues, L. D. S., Lima, R. H. D. S., Costa, L. C., & Batista, R. F. L. (2014). Características das crianças nascidas com malformações congênitas no município de São Luís, Maranhão, 2002-2011. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 23, 295-304.

Silva, V. C., Pires, R. C. R., & Cantanhede, A. M. (2019). Tendências recentes dos óbitos fetais por malformações congênitas: um estudo descritivo. RECIIS, 13(4).

Rouquayrol, M. Z., & Gurgel, M. (2021). Rouquayrol: epidemiologia e saúde. Medbook.

Guerra, D. M., Louvison, M. C. P., Chioro, A., & Viana, A. L. D. Á. (2023). Índice de Dependência Regional e Macrorregional: uma contribuição ao processo de regionalização do SUS. Saúde em Debate, 47, 431-443

Governo do Estado do Maranhão. Plano Estadual de Saúde 2020 – 2023. Secretaria de Estadual de Saúde. Maranhão, 2020.

IBGE. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Contagem Populacional. 2021.

Brasil. Ministério da Saúde. Atenção à saúde do recém-nascido: guia para os profissionais de saúde. Brasília: Ministério da Saúde, v. 1, 2014.

Andrade, A. D. N., Alves, R. M., & Toralles, M. B. P. (2018). Perfil epidemiológico de anomalias congênitas no Estado da Bahia. Rev. Ciênc. Méd. Biol.(Impr.), 287-291.

Lima, L. M. M. D., Melo, A. C. O. D., Vianna, R. P. D. T., & Moraes, R. M. D. (2019). Análise espacial das anomalias congênitas do sistema nervoso. Cadernos Saúde Coletiva, 27(03), 257-263.

Elizandro, D. P., Mariot, M. D. M., Cecchetto, F. H., de Aguiar Cicolella, D., & Maracci, C. D. R. M. (2021). Fatores associados à prevalência de anomalias congênitas em nascidos vivos entre os anos de 2007-2017. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 13(8), e8309-e8309.

Tavares, R. H. F., Alves, V. B., Sobrinho, R. D. R. L., dos Santos Souza, M. R., Lopes, L. G., Neto, F. L. A., & de Souza, M. B. R. (2022). Fatores maternos e neonatais relacionados a malformações congênitas no Brasil: um estudo secundário com 2.856. 781 gestantes. Brazilian Journal of Case Reports, 2(3), 62-74.

Vanassi, B. M., Parma, G. C., Magalhaes, V. S., Santos, A. C. C. D., & Iser, B. P. M. (2022). Anomalias congênitas em Santa Catarina: distribuição e tendências no período de 2010–2018. Revista Paulista de Pediatria, 40, e2020331.

Freitas, L. C. D. S., Nunes, A. A., Meneguci, J., Nascimento Neto, G. C. D., & Castro, S. D. S. (2021). Associação de anomalias congênitas em nascidos vivos com seus perfis obstétrico-neonatal e sociodemográfico. Texto & Contexto-Enfermagem, 30, e20200256.

Trevilato, G. C., Riquinho, D. L., Mesquita, M. O., Rosset, I., Augusto, L. G. D. S., & Nunes, L. N. (2022). Anomalias congênitas na perspectiva dos determinantes sociais da saúde. Cadernos de Saúde Pública, 38, e00037021.

Lopes, E. Ro; Guida, G. R; De Andrade, L. A. Retrato das anomalias congênitas no estado do Tocantins. Facit Business and Technology Journal, v. 1, n. 35, 2022.

Luz, G. D. S., Karam, S. D. M., & Dumith, S. C. (2019). Anomalias congênitas no estado do Rio Grande do Sul: análise de série temporal. Revista Brasileira de Epidemiologia, 22, e190040.

Reis, L. C., Barbian, M. H., Cardoso-dos-Santos, A. C., Silva, E. V. D. L., Boquett, J. A., & Schuler-Faccini, L. (2021). Prevalências ao nascimento de anomalias congênitas entre nascidos vivos no estado do Maranhão de 2001 a 2016: análise temporal e espacial. Revista Brasileira de Epidemiologia, 24, e210020.

Publicado

2026-01-29

Cómo citar

Furtado , J. A. C., Silva, H. L. da, Santos, A. R. S. dos, Ramos, W. de A., & Dias, I. C. C. M. (2026). Análisis Epidemiológico de Anomalías Osteomusculares en el Sudoeste de Maranhão. Saúde Coletiva (Barueri), 17(104), 18890–18905. https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2026v17i104p18890-18905

Número

Sección

Artículo cuantitativo