Associação Entre o Nível de Suporte de Crianças com TEA e a Qualidade de Vida do Cuidador

Autores

  • Claudiane Mahl Doutora em Ciências da Saúde; Universidade Federal de Sergipe - Professora adjunta do Departamento de Enfermagem; Universidade Federal de Sergipe; Campus Lagarto; Sergipe; Brasil. https://orcid.org/0000-0003-2021-026X
  • Carla Kalline Alves Cartaxo Freitas Doutora em Ciências da Saúde; Universidade Federal de Sergipe-UFS - Professora adjunta do Departamento de Enfermagem; Universidade Federal de Sergipe; Campus Lagarto; Sergipe; Brasil. https://orcid.org/0000-0001-7604-9132
  • Yasmin Ketilly Cunha Oliveira Acadêmica de Enfermagem pela Universidade Federal de Sergipe-UFS; Campus Lagarto; Sergipe; Brasil. https://orcid.org/0009-0001-7453-2697
  • Ynara Santos de Araújo Acadêmica de Enfermagem pela Universidade Federal de Sergipe-UFS; Campus Lagarto; Sergipe; Brasil. https://orcid.org/0009-0006-2261-7206
  • Alicia Passos Fonseca Acadêmica de Enfermagem pela Universidade Federal de Sergipe-UFS; Campus Lagarto; Sergipe; Brasil. https://orcid.org/0000-0001-6965-5951

DOI:

https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2025v16i101p17376-17389

Palavras-chave:

Transtorno do Espectro Autista, Qualidade de Vida, Cuidadores, Saúde Mental, Serviços de Saúde

Resumo

Objetivo: Analisar a associação entre o nível de suporte necessário por crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e a qualidade de vida dos seus cuidadores. Método: Estudo quantitativo, transversal e analítico, realizado com 102 cuidadores de crianças com TEA atendidas em um município de Sergipe, Brasil. Foram aplicados questionários sociodemográficos e o WHOQOL-Bref. Os dados foram submetidos aos testes de Kruskal-Wallis, Mann-Whitney U e correlação de Spearman, adotando-se p<0,05 como significância estatística. Resultados: A amostra foi composta majoritariamente por mulheres (95,1%), sem companheiro (52,9%) e com média de idade entre 31 e 40 anos. As crianças eram predominantemente do sexo masculino (72,5%), diagnosticadas principalmente com autismo infantil (89,2%). Observou-se correlação negativa significativa entre o nível de suporte exigido pela criança e os domínios físico, social, ambiental e satisfação com a saúde do cuidador, evidenciando que maiores demandas de suporte comprometem de forma expressiva a qualidade de vida. Conclusão: O aumento da necessidade de suporte da criança com TEA associa-se à piora da qualidade de vida do cuidador. Os achados ressaltam a importância de estratégias intersetoriais e do papel da Enfermagem na construção de ações de apoio que minimizem a sobrecarga e promovam o bem-estar desses indivíduos.

Biografia do Autor

Alicia Passos Fonseca, Acadêmica de Enfermagem pela Universidade Federal de Sergipe-UFS; Campus Lagarto; Sergipe; Brasil.

Acadêmica de Enfermagem pela Universidade Federal de Sergipe-UFS, Campus Lagarto, Sergipe, Brasil.

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Publicado

2025-10-27

Como Citar

Mahl, C., Freitas, C. K. A. C., Oliveira, Y. K. C., Araújo, Y. S. de, & Fonseca, A. P. (2025). Associação Entre o Nível de Suporte de Crianças com TEA e a Qualidade de Vida do Cuidador. Saúde Coletiva (Barueri), 16(101), 17376–17389. https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2025v16i101p17376-17389

Edição

Seção

Artigo Original