Collaborative Management as a Communication and Coordination Strategy for the Unified Health System in a Public Health Disaster
DOI:
https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2025v15i92p14004-14017Keywords:
Interdisciplinarity, Public Health Education, Patient Care Team, Organizational Innovation, Disaster Recovery, Fire Emergency DispatchAbstract
Disasters pose immense challenges to the Unified Health System (SUS) due to the need to plan and make decisions in complex scenarios that require coordinated actions between the different levels of care. In view of this, the objective is to present co-management as a successful practice to promote communication and coordination of the SUS in the Kiss nightclub fire. This is a qualitative-descriptive and exploratory documentary study. In the crisis scenario, 577 people were treated and 57 critical patients were airlifted. Subsequently, 836 people were scheduled for triage, with 1,309 consultations and 349 exams being performed. The Information Center recorded 2,053
victims, 56 services and 93 types of care provided. It was concluded that co-management was able to establish transversal spaces for communication, coordination and organization of processes that contributed to the mitigation of the disaster.
References
ORGANIZACIÓN PANAMERICANA DE LA SALUD. Logistica y gestión de suministros humanitarios en el sector salud. Humanitarian supply management in logistics in the health sector (2001).
Cerutti, D. F. & Oliveira, M. L. C. Aplicação da gestão de risco de desastres no Sistema Único de Saúde (SUS). Cad. Saúde Colet. 19, 417–24 (2011).
Silva, M. A. D., Xavier, D. R. & Rocha, V. Do global ao local: desafios para redução de riscos à saúde relacionados com mudanças climáticas, desastre e Emergências em Saúde Pública. Saúde Em Debate 44, 48–68 (2020). DOI: https://doi.org/10.1590/0103-11042020e204
Reinheimer, I. C. Uma situação de desastre, um colegiado gestor e os desafios para garantir o cuidado longitudinal em saúde. Residência Multiprofissional Integrada em Sistema Público de Saúde [trabalho de conclusão de curso]. Universidade Federal de Santa Maria: Manancial - Repositório Digital da UFSM. Santa Maria; 2014. Disponível em: https://repositorio.ufsm.br/handle/1/754
Exame: Os maiores incêndios do Brasil antes de Santa Maria. [internet]. 2013. [acessado em 2024 mar 29]. Disponível em: bit.ly/3xf3gAR
BBC Brasil: Tragédia em boate de Santa Maria é ‘terceira mais fatal da história’. [internet]. 2013. [acessado em 2024 mar 29]. Disponível em: bbc.in/4aDP17f.
Andrade CS, Reinheimer IC, Noal MC. Protocolo de Assistência Farmacêutica. In: Protocolos de atendimento às vítimas da Boate Kiss. Adriane Schmidt Pasqualoto...[et al.], (organizadores), Santa Maria: Ed. UFSM; 2016. p. 177-204.
RIO GRANDE DO SUL & Secretaria de Estado da Saúde do Rio Grande do Sul. Portaria no 506, de 02 de julho de 2014. Diário Of. (2014).
PubChem: Hydrogen Cyanide. [internet]. 2024. [acessado em 2024 mar 29]. Disponível em: bit.ly/3xl4V8g
Desai, S. & Su, M. K. Cyanide poisoning. Uptodate. [internet]. 2023 [acessado em 2024 mar 29]. Disponível em: bit.ly/3VzhmHv
BRASIL. Ministério da Saúde. Força Nacional do SUS. Site bit.ly/3PEzpbx.
BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Tragédia em Santa Maria – MS continua apoiando as vítimas e familiares. CONASS [internet]. 2014. [acessado em 2024 mar 29]. Disponível em: bit.ly/43D87rO
BRASIL. Ministério da Saúde. Relatório apresentado ao Grupo Gestor do Cuidado na Reunião de avaliação das ações em prol das vítimas do incêndio, no Hospital Universitário de Santa Maria (2013).
O papel do CIAVA no atendimento às vítimas da Kiss. Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares [internet] 2015. [acessado em 2024 mar 29]. Disponível em: bit.ly/3xopr7G.
BRASIL. Ministério Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Humanização. Gestão Participativa e Cogestão (2009).
RIO GRANDE DO SUL. Estruturação da Vigilância Epidemiológica em Situação de Emergência em Saúde Pública decorrente de Incêndio em Boate no Município de Santa Maria, RS. Bol. Epidemiológico, v. 16, n. 1, Março de 2014 [Internet]. 16 p. [acessado em 2024 mar 29]. Disponível em: https://docs.bvsalud.org/biblioref/2020/11/1129669/v-16-n-1-mar-2014-pag-1-3-ses-rs_1.pdf
Okumoto, O., Brito, S. M. F. & Garcia, L. P. A Política Nacional de Vigilância em Saúde. Epidemiol. E Serviços Saúde 27, (2018). DOI: https://doi.org/10.5123/S1679-49742018000300018
Mendes, E. V. As redes de atenção à saúde: revisão bibliográfica, fundamentos, conceito e elementos constitutivos. In: As redes de atenção à saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2011. p. 61-208.
Mendes, E. V. As mudanças na atenção à saúde e a gestão da clínica. In: As redes de atenção à saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2011. p. 293-438.








